quinta-feira, 18 de junho de 2009

Um passo para o caos

17/06/2009 - 18h06
Mendes compara jornalista a cozinheiro e vota contra exigência de diploma da Folha Online, em Brasília
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, defendeu nesta quarta-feira a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Mendes é relator do recurso.
(folha online)
OK! OK!Não é difícil entender o ponto de vista do ministro Gilmar Mendes quando compara o jornalista a um costureiro, cozinheiro e outros eiros. Deve estar confundindo jornalista com jornaleiro. Em um país onde o Presidente da República é semi-analfabeto, tudo é possível. Daqui a pouco vão confundir médico com açougueiro e advogado com despachante, o que também será motivo para derrubar a exigência do Diploma das respectivas profissões.
Entidades como a Federação dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos da categoria defendem que o diploma continue valendo. Eles argumentam que o diploma é "um dos pilares da regulamentação profissional do jornalista". Dizem também que o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão "só interessa àqueles que desprezam o livre exercício do jornalismo com qualidade e ética e o direito da sociedade à informação".
A verdade é que eles estão de olho no poder que a mídia exerce como objeto de formação de opnião pública, sendo assim, fica aberta uma brecha para infiltrar nos meios de comunicação os laranjas políticos.Daniel Pimentel Slaviero, da Abert, disse que a decisão é uma demonstração da liberdade de expressão: "Continuamos a entender que o diploma e o desenvolvimento dos cursos de jornalismo continuam sendo importantes, mas a Abert via [a obrigatoriedade do diploma] como uma camisa-de-força". (posso vomitar??) ´´Jornalismo é como cozinhar costurar e etc. Ministro Gilmar Mender (posso vomitar 2??)
O Supremo está sonegando a sociedade um jornalismo feito com competência e técnica com alto sentido cultural e principalmente ético.
Existem hoje 79.923 jornalistas registrados no país e aproximadamente 8mil que não possuem registro.
Mais nada a declarar.... Parabéns ao STF, que apenas "reconheceu" a cor marrom como o símbolo-mor da imprensa nacional.