17/06/2009 - 18h06
Mendes compara jornalista a cozinheiro e vota contra exigência de diploma da Folha Online, em Brasília
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, defendeu nesta quarta-feira a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Mendes é relator do recurso.
(folha online)
OK! OK!Não é difícil entender o ponto de vista do ministro Gilmar Mendes quando compara o jornalista a um costureiro, cozinheiro e outros eiros. Deve estar confundindo jornalista com jornaleiro. Em um país onde o Presidente da República é semi-analfabeto, tudo é possível. Daqui a pouco vão confundir médico com açougueiro e advogado com despachante, o que também será motivo para derrubar a exigência do Diploma das respectivas profissões.
Entidades como a Federação dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos da categoria defendem que o diploma continue valendo. Eles argumentam que o diploma é "um dos pilares da regulamentação profissional do jornalista". Dizem também que o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão "só interessa àqueles que desprezam o livre exercício do jornalismo com qualidade e ética e o direito da sociedade à informação".
A verdade é que eles estão de olho no poder que a mídia exerce como objeto de formação de opnião pública, sendo assim, fica aberta uma brecha para infiltrar nos meios de comunicação os laranjas políticos.Daniel Pimentel Slaviero, da Abert, disse que a decisão é uma demonstração da liberdade de expressão: "Continuamos a entender que o diploma e o desenvolvimento dos cursos de jornalismo continuam sendo importantes, mas a Abert via [a obrigatoriedade do diploma] como uma camisa-de-força". (posso vomitar??) ´´Jornalismo é como cozinhar costurar e etc. Ministro Gilmar Mender (posso vomitar 2??)
O Supremo está sonegando a sociedade um jornalismo feito com competência e técnica com alto sentido cultural e principalmente ético.
Existem hoje 79.923 jornalistas registrados no país e aproximadamente 8mil que não possuem registro.
Mais nada a declarar.... Parabéns ao STF, que apenas "reconheceu" a cor marrom como o símbolo-mor da imprensa nacional.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Acordo de Unificação da Língua Portuguesa
Começaram a vigorar no dia 1 de Janeiro as novas regras da reforma ortográfica da Língua Portuguesa, resolução que foi oficializada dia 29 de Setembro de 2008 pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Mas o que muitos não sabem é que trata-se de um acordo de unificação da Língua Portuguesa e não uma reforma propriamente dita. O acordo visa em globalizar e unificar a forma gráfica das palavras, porém, os sotaques, as pronúncias e entonações de cada local irão continuar com suas identidades linguísticas. E fazer uma reforma de fato implicaria em todas essas mudanças fonéticas.
A razão de Portugal se opor ao acordo feito pelos integrantes da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa -CPLP, deve-se ao fato de no ponto de vista deles o acordo abrasileirar demais a grafia, o que eles consideram uma inversão de valores já que nós éramos a colônia e eles os colonizadores. Esse abrasileiramento revela-se pois o acordo altera cerca e 0,5% das palavras do nosso português e 1,5% do português deles que é o mesmo usado para os outros países ( Angola, São Tome e Príncipe,Cabo Verde, Timor-Leste , Guiné- Bissau e Moçambique).
Mas deveriam tomar consciência de que, como a fonética não muda, a legitimidade da língua está em cada um que a usa e a uniformização da grafia serve para aproximar e facilitar o entendimento da língua indiferentemente do país em que ela é falada.
Um novo VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) está sendo elaborado pela Academia Brasileira de Letras. Esta será a quinta edição da publicação, que registra a forma oficial de escrever as palavras no Brasil. A nova edição, com previsão de divulgação em março, deverá conter cerca de 370 mil verbetes. O prazo de adaptação às novas regras expira em 2012 e até lá ambas (reformulada e antiga) as formas serão aceitas.
Vejamos alguns exemplos sobre as mudanças:
Hífen: O sinal não poderá ser usado quando a primeira palavra terminar com vogal e a segunda começar com consoante.
Antes: anti-rugas. Depois: antirrugas.
O hífen também não deve ser grafado quando a primeira palavra terminar com letra diferente da que começar a segunda
Antes: auto-estrada. Depois: autoestrada.
Trema: O trema entra em desuso, exceto em nomes próprios e seus derivados. Grafado nos casos em que o “u” é átono e pronunciado (que, qui, gue, gui), o sinal não será mais utilizado nas palavras da língua portuguesa.
Antes: tranqüilo, conseqüência. Depois: tranquilo, consequência
Acento circunflexo:O acento circunflexo some nas palavras terminadas em “êem” e “ôo”
Antes: crêem, vêem, lêem, enjôoDepois: creem, veem, leem, enjoo
Assinar:
Postagens (Atom)